Plágio é crime!

domingo, 20 de maio de 2012

Rascunhos


Mudar o mundo é desde sempre o meu sonho, criar um sítio onde consiga ser eu próprio, sem ter que negar tudo o que eu quero e acredito, para que me consiga sempre adaptar e ser recebido com um sorriso, que simplesmente quer dizer “vem cá e eu fodo-te”. Quero viver num castelo medieval, ser senhor de quem me atormenta a vida, quero viver nas montanhas da Escócia, com vista para os mil e um lagos, cada um com o seu tradicional monstro! Quero poder escrever com as vírgulas onde me apetecer, sem vir alguém dizer que tenho erros de pontuação, simplesmente quero conseguir ser eu, nem que para isso seja mandado para uma ilha deserta, onde simplesmente serei rei de mim mesmo.

Dinis

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Lá Lá

Este fardo de consciência mata-me, é um peso que carrego por vontade própria e as lágrimas são a única maneira de ele sair.
Sai demónio! Sai do meu corpo que possuis injustamente! Sai já! Sai da minha cabeça! Sai do meu controle! Sai da minha vida! Sai do meu mundo!

Paixão, paixão, amor, amor, meu belo demónio!

Dinis

domingo, 15 de janeiro de 2012

Amor

Inconstância de vida, perca de noção do imortal, choro de uma alma vendida, inocência inútil, choro do feliz, ganancia do esfomeado, vermelho do verde, devaneio impuro e incapaz, anseio do gemer pecaminoso, fim da vida parasita.
Amor é isto e muito mais, nada de novo, os mesmos apupos, os mesmos reis no anseio do seu belo trono, uma mão dada sem pertinência na sua escolha, um beijo dado por o cérebro, lento demais para poder ser compreendido, um sentimento social e não natural, isto é o amor da geração américa.
O amor é beijo dado por a espinal medula, é sentimento impuro, é instinto de proteger, é vontade de ser ninguém para ser constante, é chorar as lágrimas desnecessárias, e sorrir na dor, o amor é o nosso divino, isto é o amor de um simples ser, que luta para ser humano, mas não ser humanamente racional.

Dinis