Traços da vida
"O fracasso é a oportunidade de recomeçar, com mais inteligência e redobrada vontade."
domingo, 20 de maio de 2012
Rascunhos
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Lá Lá
Este fardo de consciência mata-me, é um peso que carrego por vontade própria e as lágrimas são a única maneira de ele sair.
Sai demónio! Sai do meu corpo que possuis injustamente! Sai já! Sai da minha cabeça! Sai do meu controle! Sai da minha vida! Sai do meu mundo!
Paixão, paixão, amor, amor, meu belo demónio!
Dinis
domingo, 15 de janeiro de 2012
Amor
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Meu Belo Planeta
Dislexia do coração, imprevisibilidade do ser, pensamento conturbado, ego irrecuperável, mente incompleta, mundo por acabar.
Dificuldade de integrar pensamentos no mundo real, vida quase sedentária, parasita de mente por imposição da sociedade degradada por valores fúteis, os reais valores éticos que foram base de impérios e decadência da podridão totalitarista, são hoje penúria de valores humanos.
Uniformidade de pensamentos, formatação de culturas, realidade quase irreal, pânico cultural, excluídos desta sociedade desenquadrada com a origem humana, e consequente perca de consciência, criação de um mundo próprio, onde o mal se torna o bem para a sociedade geral, e a morte o sacrifício necessário para despertar as massas.
Fundamentalismos, extremismos, palavras concebidas para um século de progresso civilizacional, para um século sem Ele que decidiu pedir a reforma, quando viu a raça dominante a controlar tudo o que necessitava, tendo desvalorizado o mais importante, o instinto humano de poder, fome de matar, de ganhar, de ser rei dos reis, de destruir o que outros constroem.
Ferreira 2011-07-25
sábado, 16 de julho de 2011
Amor Impossivel
Dói ver a tua mão a agarrar a mão que já me abraçou como meu inseparável, dói ver o teu toque perdido na imensidão do tempo, os teus lábios já perderam o valor, o teu olhar é anseio por a despedida.
A respiração fica demasiado ofegante para eu não reparar, os meus lábios tocam na tua cara, e sinto o teu coração a saltar, o teu corpo a tremer, a tua mão a hesitar entre ficar agarrada ao amor de interesse, ou agarrar o corpo daquele que amas.
Não consegues desviar o olhar de mim, ele beija-te, mas esses beijos sabem a pouco mais que aquela pastilha de morango que ele está a comer, continuas a olhar, ele já entendeu e ficou amuado, tu fervilhas por ires juntar-te ao nosso grupo. E finalmente dizes que vais á casa de banho, passas por mim e agarras-me a mão, no meio de tanta confusão ninguém vai notar, mas o teu aceleramento no coração denuncia-te, eu puxo-te, e finalmente volto a ter os lábios que sempre foram meus, mas andaram perdidos por uma boca pura demais para os ter.
17\07\2011
Dinis
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Devaneio de amor
Sai! Não te quero comigo, não és parte de mim, talvez sejas, mas uma parte de mim incompleta, és o diabo no meu corpo, um espírito que quer a minha alma, sai!
Não me venhas com céus estrelados, da noite só já retiro escuridão, as estrelas não passam de queimaduras solares nas orbitas dos olhos, não existe beleza nelas, são tão escuras quanto o resto.
Espera! Não vás, sim vejo o brilho, vem ter comigo, volta para o local que foi teu, desculpa ter-te expulsado, não vás por favor, as estrelas brilham, a noite não é escura, consigo ver tudo. Sim! És tu que vens ali, és aquela sombra, vem abraça-me, ocupa o lugar que sempre foi teu, vem! Está a ficar de dia, o sol vai ocupar o nosso lugar, vem e não vás!
07\07\2011
Dinis
Vamos ser povo!
Hipocrisia maligna afecta esta sociedade podre, o português Brasileiro ganha ao português de portugal, as minorias étnicas são defendidas com unhas e dentes, enquanto que o desgraçado comum tem que ganhar para as minorias estarem de papo para o ar todo o dia, não se aprova um pec4 no parlamento, e derruba-se um governo, por se ser demasiado pesado para o povo, para depois se por em prática um plano que prevê a redução para metade do subsidio de natal, fome de poder é o que eu chamo a isto.
Já chega de sermos hipócritas, vamos pegar na força inigualável que temos, vamos abanar consciências, vamos acabar com a estrutura podre desta sociedade acomodada a luxos do crédito capitalista, vamos acabar o fim das regalias para todos, vamos ser povo, por a primeira vez desde Abril de 74.
O pais é nosso, não dos senhores de Lisboa!
07\07\2011
Ferreira